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Rapidez e informação são as armas do DF contra a Covid19

Sala de Monitoramento de dados montado na capital acompanha pandemia em tempo real

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou a pandemia de Covid-19 no dia 11 de março, alertando o mundo para a necessidade de ações rápidas. O Governo do Distrito Federal agiu antes do anúncio, no dia 8 de março, montando um Centro de Monitoramento. Foi construído um sistema que recebe dados de todos os hospitais em tempo real e permite preparar ações de combate ao avanço do vírus.

As informações são atualizadas de cinco em cinco minutos e divulgadas em dois boletins diários. Segundo Paulo Medeiro, subsecretário de Inovação da Casa Civil do Distrito Federal e responsável pela Sala de Monitoramento, a compilação dos dados ajuda a dar celeridade ao plano de ação na capital.

“Os dados do Brasil vêm do Ministério da Saúde. Os dados internacionais a gente coleta da Organização Mundial de Saúde. E os do Distrito Federal vêm da Secretaria de Saúde e, também, dos hospitais públicos e privados, dos laboratórios públicos e privados, que enviam os resultados que são compilados o mais rápido possível. Essa é uma doença que, quanto antes a gente tomar as decisões, a mitigação do risco fica melhor, ou seja, a gente reduz os casos em prazo curto”, ressalta. 

Ao acompanhar e divulgar os dados, que, inclusive, ajudam outros estados, o Governo do Distrito Federal antecipa uma possível complicação do cenário, como aconteceu no mundo todo. Uma das medidas é a construção de um Hospital de Campanha no Estádio Mané Garrincha, com 200 novos leitos. As obras estão sendo acompanhadas de perto pelo secretário de Saúde do DF, Francisco Araújo, e devem terminar nos próximos dias.

Ainda segundo Paulo Medeiro, outras alternativas estão sendo analisadas pelo Governo da capital federal. Além do Hospital de Campanha no estádio, com área de 6 mil metros quadrados, a Secretaria de Saúde está avaliando outros espaços que poderiam receber novos leitos rapidamente. O objetivo das ações é evitar que faltem leitos, eventualmente, para pessoas que dependem da Rede Pública de Saúde.
 

Luciano Marques



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LOC.: A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou a pandemia de Covid-19 no dia 11 de março, alertando o mundo para a necessidade de ações rápidas. O Governo do Distrito Federal agiu antes do anúncio, no dia 8 de março, montando um Centro de Monitoramento. Foi construído um sistema que recebe dados de todos os hospitais em tempo real e permite preparar ações de combate ao avanço do vírus.

As informações são atualizadas de cinco em cinco minutos e divulgadas em dois boletins diários. Segundo Paulo Medeiro, subsecretário de Inovação da Casa Civil do Distrito Federal e responsável pela Sala de Monitoramento, a compilação dos dados ajuda a dar celeridade ao plano de ação na capital.
 

TEC./SONORA: Paulo Medeiro, subsecretário de Inovação da Casa Civil do Distrito Federal

“Os dados do Brasil vêm do Ministério da Saúde. Os dados internacionais a gente coleta da Organização Mundial de Saúde. E os do Distrito Federal vêm da Secretaria de Saúde e, também, dos hospitais públicos e privados, dos laboratórios públicos e privados, que enviam os resultados que são compilados o mais rápido possível. Essa é uma doença que, quanto antes a gente tomar as decisões, a mitigação do risco fica melhor, ou seja, a gente reduz os casos em prazo curto.” 
 

LOC.: Ao acompanhar e divulgar os dados, que, inclusive, ajudam outros estados, o Governo do Distrito Federal antecipa uma possível complicação do cenário, como aconteceu no mundo todo. Uma das medidas é a construção de um Hospital de Campanha no Estádio Mané Garrincha, com 200 novos leitos. As obras estão sendo acompanhadas de perto pelo secretário de Saúde do DF, Francisco Araújo, e devem terminar nos próximos dias.

Ainda segundo Paulo Medeiro, outras alternativas estão sendo analisadas pelo Governo da capital federal. Além do Hospital de Campanha no estádio, com área de 6 mil metros quadrados, a Secretaria de Saúde está avaliando outros espaços que poderiam receber novos leitos rapidamente. O objetivo das ações é evitar que faltem leitos, eventualmente, para pessoas que dependem da Rede Pública de Saúde.